Apple - Entenda o processo de criação de um anúncio
Posted by Breno Ricardo | | Posted on 17:35
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Cover creation from Peter Belanger on Vimeo.
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Cover creation from Peter Belanger on Vimeo.
Remakes, “reimaginações”, continuações, prequels... Mais do que nunca, Hollywood é um museu de grandes novidades – e isto não se resume aos conteúdos apresentados, que há tempos não primam pela originalidade: o revival se estende ao modo de exibi-los.
Por exemplo: você já ouviu falar na última novidade em entretenimento de massa, o Cinema 3D. Bem... Lamentamos informar que este petardo tecnológico é ainda mais velho que o Homem-Morcego, o Super-Homem ou qualquer outra novidade que tenha sacudido os cinemas em tempos recentes. Uma inovação que foi criada no século XIX, teve seu apogeu nos anos 1950 e – claro – voltou mais potente e turbinada. Mas, ainda assim, é só outra variação sobre um mesmo tema.
Para começar, o 3D só existe em sua cabeça. Não. Não se trata de delírio ou distúrbio da mente. Todos somos passíveis da mesma ilusão. Qualquer representação gráfica de um objeto “real” é essencialmente 2D (ou seja, possui apenas duas dimensões, altura e largura). Mas o processo de visualização 3D nos dá a impressão de que a figura em questão, mesmo chapada na tela, tem uma terceira dimensão: a profundidade.
A imitação desse processo, no cinema, requer condições semelhantes às da captação de imagens feita por nossos olhos. As cenas são registradas com duas câmeras diferentes, grudadas uma à outra. A segunda etapa é criar condições para que a fusão de imagens, feita pelo cérebro, aconteça na sala de cinema: a imagem é despejada na tela através de dois projetores (cada um, incumbido de reproduzir diferentes ângulos da cena). O espectador vê o filme com óculos equipados com uma espécie de filtros que impede o olho esquerdo perceber imagens que só devem ser identificadas pelo direito. E vice-versa. A fusão dessas visões provoca, em nós, a impressão de volume e profundidade.
Na clandestinidade, o cinema 3D, mesmo sem a mesma exposição de antes, continuou a evoluir “na surdina”, sendo reempregado de tempos em tempos. Filmes esporádicos, como Sexta-Feira 13 – Parte 3, vez ou outra recorriam à técnica – que, então, ganhara outros upgrades: por exemplo, o sistema de dois projetores sincronizados foi trocado por um esquema mais elementar, baseado na sobreposição de fotogramas. Logo vieram os efeitos digitais, que pipocaram no telão nos anos 1990, e o Cinema 3D ficou ainda mais na retaguarda, praticamente esquecido na era dos blockbusters.
Passado o encanto inicial com os dinossauros de Steven Spielberg e outras obras-primas virtuais, porém, a televisão voltou a se antecipar ao cinema com suas tecnologias de transmissão em alta resolução. Vieram as TVs de Plasma e LCD, os conversores digitais e, mais recentemente, o anúncio de um “apagão analógico” que deverá transformar o planeta em uma “tribo” conectada pelas atrações e a interatividade da TV Digital.
Ponto para a Sétima Arte, que voltou à carga utilizando sua mais velha “arma de combate”: o 3D, que está de volta com poder total. Agora, amparado na projeção digital e com o “tempero” das salas de exibição IMAX, com telas gigantescas que garantem imersão total em qualquer mundo de fantasia. Foi um soco no plexo da TV, sem dúvida – mas a batalha está longe de terminar.
Recentemente, técnicos da indústria de televisores desenvolveram a próxima sensação depois dos monitores Full-HD: a televisão 3D, com telas de LCD acrescidas de uma película que, através de um jogo de luzes, provoca em nossa mente a velha sensação de tridimensionalidade. A mesma que maravilhou nossos antepassados, no século XIX...
Como se vê: vai começar tudo de novo!
Fonte: http://tecnologia.br.msn.com
Assinatura da peça: “Made to entertain”, ou seja, “Feita para entreter”.
Esta lixeira deixa aparente as bitucas de cigarro “armazenadas” dentro de um pulmão. Um adesivo colado na lixeira alerta: “Pare de fumar e pare de encher seus pulmões com veneno”.



Do trabalho, foi composto um quadro no tamanho de 65cm x 60cm.
Gostou? + informações sobre como adquirir um desses, ou qualquer outra informação, basta entrar em contato com o Michel pelo e-mail: michel.morem@gmail.com






Designer Gráfico, Ilustrador e Diretor de Arte, esse brasileiro, o Adhemas, tem 26 anos, nasceu em São Paulo e atualmente mora em Los Angeles. É casado e pai de duas crianças.
Em 1996 começou sua carreira com 15 anos, fazendo sozinho seus primeiros trabalhos de design e ilustração para interfaces de websites e cd-roms. Montou uma pequena agência com seu irmão, mas já trabalhava com grandes clientes como Rayovac e Banco Itaú. Após isso trabalhou para a AgênciaClick onde recebeu um reconhecimento no Cannes Young Creatives em 2003, ano em que também recebeu seu primeiro troféu de ouro no Festival Internacional de Publicidade de Londres, com uma campanha on-line para o MSN Messenger, da Microsoft.
Em Outubro do mesmo ano, recebeu um convite da AlmapBBDO e começou a trabalhar com clientes como Volkswagen, Effen, Whiskas, Pepsi, AMBEV e Alpargatas. Foi com o premiadíssimo site da Havaianas que seu nome ganhou projeção e após esse sucesso resolveu virar freelancer e hoje em dia trabalha para clientes globais como Nokia, Palm, Symantec, dentre outros. Aqui no Brasil, também já fez trabalhos para a Claro, O Boticário e Mizuno.
Recentemente foi citado e bastante elogiado na revista Computer Arts, deixando uma ótima imagem do Brasil lá fora.
Veja abaixo alguns trabalhos desse talentoso profissional que já influencia profissionais na Europa e nos Estados Unidos.
E não deixe de visitar seu website em www.adhemas.com
